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sábado, 19 de janeiro de 2013

Sharp terá produção de ecrãs para iPad praticamente interrompida


Segundo uma fonte exclusiva da Reuters, a Sharp terá praticamente interrompido as suas linhas de produção, que no caso do fornecimento à Apple, significa a interrupção no fornecimento de ecrãs para o iPad normal.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Falta de iPhones 5 no mercado não é afinal culpa da Sharp

A semana passada a Bloomberg dizia que a escassez que iPhones 5 no mercado era por falta de ecrãs in-cell, que a Sharp não conseguiu produzir em quantidades suficientes. Agora veio a própria Sharp desmentir tal coisa, dizendo que a empresa está a produzir volumes adequados de ecrãs para o iPhone 5.



Quem o disse foi um executivo da própria Sharp, que pediu anonimato e foi citado pela Reuters. O anonimato pode trazer algumas dúvidas quanto à veracidade da notícia, mas temos de pensar que a Apple nunca revela os construtores dos seus componentes, e se este executivo revela-se o seu nome, era mais um problema que a Sharp tinha de resolver.


Os fabricantes dos componentes para iDevices só são descobertos depois das devidas desmontagens, feitas pelos sites especializados. A verdade é que por muitos milhões de iPhones 5 que a Apple conseguisse produzir, não iam ser suficientes para a procura do público, a menos que o iPhone começasse a ser produzido em Julho e em grandes quantidades. Mas se isso acontecesse seriam ainda mais a peças a vazar para a internet, ou quem sabe até um iPhone 5 completo.


Sharp, LG e Japan Display podem trabalhar ao máximo para fornecer os ecrãs ao iPhone 5, mas nunca vão conseguir estar preparadas para a procura.


(Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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sábado, 11 de agosto de 2012

Foxconn sustenta Sharp para que continue a fornecer componentes para iDevices

Há quase dois meses falamos aqui da compra de ações da Sharp, por parte da Foxconn. Na altura os rumores de uma iTV subiram em flecha, e quase nunca mais se ouviu falar do possível televisor da Apple. A Bloomberg dá agora conta que a compra dessas ações pode ter sido simplesmente para salvar a Sharp da falência, uma missão quase impossível. Diz o blog económico que a Foxconn é nesta altura quem mantem viva a Sharp, de maneira a que esta continue a fornecer componentes para a Apple.



Os últimos resultados financeiros da Sharp foram os piores dos 37 anos de história da Empresa. As perdas chegaram aos 3.2 mil milhões de dólares, um valor superior ao próprio valor da empresa no mercado. Estes resultados desastrosos obrigaram a Foxconn a apostar mais na Sharp para manter a empresa aberta.


A Foxconn é neste momento quem assegura que a Sharp continua a fornecer os componentes para iPhone e iPad nas linhas de montagem dos dispositivos. Claro que a Foxconn não salva a Sharp de boa vontade, já que o encerramento da Sharp significaria que a Foxconn deixaria de receber as peças para os iDevices, ficando impedida de produzir mais. E, como sabemos, a Apple é de longe a maior cliente da Foxconn e certamente a sua maior fonte de receita.


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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Sharp começa a fornecer os ecrãs do próximo iPhone

E contra todas as normas da Apple, Takashi Okuda, anuncia praticamente o arranque de produção da próxima geração do iPhone. Okuda é nada mais nada menos que presidente da Sharp, há muito rumorada como fornecedora de ecrãs para a Apple, e disse numa conferência de imprensa em Tóquio, no Japão, que a Sharp vai enviar no início de Agosto a primeira fornada de ecrãs para o próximo iPhone.



Noticiado e citado pela Reuters, a Sharp entra assim na lista de fornecedores de ecrãs para o iPhone 5, que deverá ainda contar com a LG e Japan Display (uma parceria entre Sony, Hitashi, INCJ e Toshiba). É esperado que o ecrã aumente de tamanho para as 4 polegadas, ou algo muito perto, mantendo o ecrã retina, com uma densidade de pixéis igual à do iPhone 4 ou 4S.


Lembramos ainda há bem pouco tempo foram várias as fontes que apontaram a data 12 de Setembro como a data de apresentação oficial do iPhone 5 e mini iPad.


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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Foxconn comprou ações da Sharp fazendo o rumor de uma iTV disparar

Há algum tempo que o suposto televisor da Apple anda fora dos radares. Ainda se fez algum alarido com a WWDC, mas tudo passou quando nada foi anunciado. Mas hoje o televisor da Apple volta a estar na ordem do dia. Isto porque a Foxconn comprou ações da Sharp, fazendo o rumor de uma iTV disparar.



Segundo a Reuters a conhecida fábrica que monta vários dos principais dispositivos da Apple, a Foxconn, está em negociações com a Sharp para ter uma maior fatia da empresa. O que levou a que esta noticia estivesse ligada à iTV, é que se a Foxconn monta os dispositivos da Apple, a Sharp tem nos televisores a principal linha de negócio. A própria Apple fez uma parceria com a Sharp com objetivo de construírem uma fábrica de ecrãs de grande dimensão no Japão.


Ainda assim é dito que o principal objectivo desta operação é a da Sharp e Foxconn passarem a Samsung na qualidade dos ecrãs. É notado ainda pela Reuters que esta parceria Foxconn/Sharp é a melhor solução para conseguirem responder às encomendas da futura iTV. Apesar de parecer uma simples compra de ações e reforço de mercado, os analistas da Reuters viram algo mais nesta operação.


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segunda-feira, 7 de maio de 2012

CNET diz que o novo iPad foi o plano B da Apple

Segundo a CNET o novo iPad não era o iPad que a Apple queria lançar, em vez disso, é um plano B. Claro que o marketing da Apple fez com que o novo iPad parecesse revolucionário comparado ao iPad 2, mas não é bem assim. Pela primeira vez a Apple foi contra a filosofia de Steve Jobs, que sempre defendeu que os seus produtos deviam tornar-se cada vez mais finos e cada vez mais leves, e nisso o novo iPad foi um passo atrás. O novo iPad, além de mais grosso é mais pesado que o iPad 2.



A CNET diz que o novo iPad era para ser mais fino, já que ia usar uma nova tecnologia da Sharp chamada IGZO, uma tecnologia que ia permitir ao ecrã do iPad ser mais fino e leve. Mas como na altura referimos a iluminação desse ecrã requeria mais capacidade de bateria, e por isso o iPad tinha de ficar mais pesado. Ainda assim compensava.


O que aconteceu foi que a Sharp não conseguiu produzir esta nova tecnologia a tempo, obrigando a Apple a um plano B. Esse plano B obrigou a um ecrã LED maior, mais consumista, que obrigou a Apple a aumentar o tamanho da bateria em 70%. E claro isto resultou num iPad mais grosso e pesado.


Post em discussão no nosso Fórum.

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