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terça-feira, 3 de setembro de 2013

As nossas previsões sobre o lançamento do próximo iPhone



É quase certo que haverá novos dispositivos Apple apresentados no dia 10 de Setembro. Os rumores sobre esses dispositivos são muitos e aparecem mais todos os dias. Há sempre rumores mais prováveis que outros, uns tidos como praticamente certos. Aqui ficam as nossas previsões para o evento de dia 10.

domingo, 21 de abril de 2013

[Opinião] Jailbreak e Pirataria: Dois mundos diferentes e porque deve evitar a pirataria no iOS


O jailbreak tem vindo a ser, desde o seu início, associado à pirataria no iOS. É verdade que sem jailbreak não haveriam aplicações pirateadas, mas nunca nenhuma equipa de desenvolvimento de ferramentas jailbreak foi a favor da pirataria, pelo contrário. Toda a comunidade que desenvolve o Cydia e Jailbreak é contra a pirataria e luta por diferenciar jailbreak de pirataria.


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O que poderá trazer Jony Ive ao iOS 7?


As mudanças na direção da Apple poderão, e deverão, influenciar diretamente o design do iOS. O próximo iOS, o iOS 7, poderá já ter algumas dessas mudanças, fruto das trocas nas lideranças nas equipas de hardware, software e serviços da Apple. O Cult of Mac, numa imagem, mostra aquilo que pode vir a mudar no iOS 7, que terá a mão de Jony Ive.


sábado, 3 de novembro de 2012

[Opinião] Prazos de entrega prolongados podem afetar a época Natalícia, por Nuno Camposana do iLikeApplePT

Com o Natal quase a chegar é natural que as pessoas comecem a pensar nas prendas que poderão comprar, certamente que para algumas pessoas os produtos da Apple não ficam de fora desses planos mas quem visita regularmente a Apple Store no site Oficial da Apple pode verificar que os prazos de entrega para os produtos supostamente mais procurados é bastante "alargado".


Será motivo para ficar preocupado?

Ao falar nos produtos mais procurados estou a referir-me aos iPhones 5 e aos iPads mini que devem ser os produtos Apple sensação deste Natal.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

[Opinião] Tim Cook escolheu finalmente a sua forma de liderança na era pós Steve Jobs

O pedido de desculpas de Tim Cook a propósito dos mapas da Apple surpreendeu todos. Uma coisa é certa, Tim Cook tem uma forma de liderar completamente diferente da de Steve Jobs. A Apple de Steve Jobs raramente admitia um falhanço, caracterizando-se por uma empresa fantástica com grande dificuldade em admitir erros.


Nesta fase pós Steve Jobs tanto o CEO, como os restantes executivos da Apple parecem estar a assumir mais erros, além de mostrarem mais vontade em assumi-los. De tal maneira que a Apple fez um pedido de desculpas em cada um dos últimos três meses.



O primeiro pedido veio em Julho, depois da Apple retirar-se da EPEAT, um sistema que informa os seus utilizadores sobre se o produto que estão a adquirir é ou não amigo do ambiente. Na altura a Apple foi duramente criticada por remover o selo da EPEAT, e não demorou em repor o selo, acompanhado de um pedido de desculpas. Não foi bem um pedido de desculpas mas sim um "isto foi um erro".


Em Agosto foram os vários rumores de que a Apple estaria a cortar nos orçamentos das suas lojas de retalho. Esses cortes insidiam no pagamento de horas extra ao staff, que terá sido a primeira medida imposta pelo novo Vice Presidente Sénior do Retalho, John Browett, para tornar as lojas ainda mais rentáveis. A Apple negou que as mudanças estivessem a ser feitas por causa do lucro, mas também admitiu que as mudanças foram um erro.


Em Setembro, foi toda a história dos mapas que todos já conhecem. Porque está a Apple a errar mais agora? Muitos pensam que a Apple ainda está em processo da transição, com Tim Cook ainda a tentar agarrar com as duas mãos o leme da Apple. Mas parece que só agora Cook decidiu qual o tipo de liderança que quer transmitir, uma liderança que sabe admitir os seus erros.


Mas isto só acontece agora. Porque há bem pouco tempo, mas ainda antes destes pedidos de desculpas, a Apple foi duramente criticada pelos novos anúncios publicitários do Siri e dos Genius. As críticas foram de tal maneira duras, alegando que nada ali era Apple. Falta de simplicidade, entre outros elementos chaves das outras campanhas da maçã, mas o que incomodou os utilizadores foi que a Apple parecia estar a tratá-los como...burros. Então, silenciosamente, sem pedido de desculpas de Tim Cook, ou qualquer outro tipo de declaração, os vídeos foram apagados.



Um pouco mais tarde a Apple faz outra asneira, com o lançamento da aplicação Podcast. Muitos blogs criticaram a aplicação pelo seu design pobre e a lentidão com que o conteúdos eram carregados. A aplicação chegou mesmo a ter uma média de 2.5 estrelas na avaliação dos utilizadores no iTunes. Passado um mês a Apple responde às queixas com o lançamento de um update à aplicação, mas ninguém nunca comentou a aplicação por parte da Apple.


Só a partir dos finais de Julho, Tim Cook parece ter escolhido o novo caminho: o da Apple assumir os erros e assumir o compromisso de que trabalha arduamente para os resolver. Mas desenganem-se os que pensam que Steve Jobs teve um reinado intocável. O facto dele raramente ter pedido desculpas, não impede de a Apple ter tido vários erros. Apenas ninguém, na altura, admitiu que erro.


Foi com Steve Jobs que a Apple teve o problema "Antennagate" no iPhone 4. Jobs ao início chegou mesmo a dizer que os utilizadores estavam a segurar mal no iPhone, mas umas semanas mais tarde, e muitas mais críticas depois, Jobs teve de interromper as férias e admitir "Fizemos asneira". De resto a liderança de Jobs passava um pouco pela distorção de realidade e pelo poder de persuasão que tinha, levando a sua opinião para a frente não importasse o quê.


É impossível a Cook conseguir o carisma de Jobs, e começou agora a perceber que tem de liderar à sua maneira. Vamos ver é de que liderança os consumidores gostam mais.


(Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

[Opinião] O que aconteceu aos eventos da Apple e os problemas com fugas de informação

O que aconteceu aos eventos da Apple? Quer queiramos quer não, os eventos deixaram de ter o impacto que tinham e prova disso foi a apresentação do iPhone 5. Mas atenção, isto não quer dizer que o iPhone 5 não seja um grande smartphone, pelo contrário, as novidades nesse iPhone vão fazer dele, novamente, o melhor smartphone do mundo. O problema é que já todos sabiam como ia ser o iPhone, e conhecendo a Apple como todos conhecemos, esperávamos uma surpresa que nem o rumor mais disparatado conseguisse prever.




Vamos a factos:

O problema este ano é precisamente a falta de surpresas. Os rumores acertaram, e pior do que isso, não se limitaram com palavras, havia fotos, havia peças inteiras que foram parar às caixas de correio dos blogs. A Apple passou ter fugas de informação enormes, uma torneira que a este ritmo não vai conseguir fechar.


A Apple que tantos anos se empenhou a esconder os seus produtos em desenvolvimento da concorrência. E foi por estas imagens terem aparecido que sempre pensámos que haveria algo na manga por parte da maçã, mas não. A não ser que o truque tenha sido os Foo Fighters no final da Keynote.


Já não são também os grandes blogs a terem acesso a essa informação. São blogs que nunca se houve falar que mostram ao mundo como vai ser o próximo iPhone. Qualquer blog este ano tinha algum exclusivo sobre o que iria ser o iPhone. Se essas fugas de informação não tivessem existido, ou se existissem muito mais próximo da Keynote, o impacto seria outro.


Digo novamente, o iPhone 5 é um excelente smartphone, mas não houve nada de novo daquilo que foi mostrado em Maio pelo 9to5Mac. Mas qual a razão de tanta fuga de informação, quando ainda por cima Tim Cook garantiu que a segurança ia ser reforçada? A  razão é a própria Apple que, na mina opinião, desleixou-se um pouco.


Em 2010 a Apple chegou a processar um jovem por divulgar notícias sobre o iPhone. Esse jovem, que encontrou o protótipo do iPhone 4 num bar, vendeu ao Gizmodo o protótipo e o mundo inteiro ficou a saber como era o iPhone 4. Mas a Apple tomou posições, e as casas dos editores do Gizmodo foram revistadas pela polícia, e desde então o Gizmodo deixou de ser convidado para qualquer evento da Apple.



Mas, apesar de todos sabermos como iria ser o iPhone 4, Steve Jobs ainda conseguiu espantar o mundo com algo do género: sim é um iPhone igual ao que todos viram, mas acreditem que nunca viram um ecrã assim. E a Apple inovou com o ecrã retina, uma qualidade de imagem que ainda hoje nenhum outro fabricante conseguiu igualar. Já com o iPhone 5 não houve surpresa nenhuma, nem a qualidade de gravação de vídeo desse iPhone.


Com Steve Jobs os processos eram geridos de maneira totalmente diferente. Haviam encontros secretos, em locais secretos para decidir o futuro dos dispositivos da Apple. Mais, antigos policias eram contratados para estarem atentos a fugas de informação, além da pressão que um colaborador tinha ao saber o que lhe acontecia se divulgasse informação confidencial. Claro que nada disto foi suficiente para evitar fugas de informação.


Houve o exemplo do iPhone 4 no bar, mas nunca os rumores apontavam para um ecrã retina. Havia sempre segredos que, por mais que se procurassem, nunca eram revelados sem ser na devida Keynote. O iPad a mesma coisa: aqui e ali iam aparecendo alguma peças (muitas eram falsas), mas ninguém esperava nada tão espetacular.


Outro facto que certamente contribui para estas fugas de informação é o próprio sucesso da Apple. São milhões os consumidores e os aspirantes a consumidores de produtos Apple. Há cada vez mais pessoas a usarem iDevices, e a procura é de tal maneira asfixiante que a Apple vê-se obrigada a alargar os seus fornecedores. E isso implica uma perda no controle de segurança. São muitos os fornecedores de componentes para produtos da Apple e ela simplesmente não os consegue vigiar a todos.



Nem os próprios fornecedores conseguem parar os vazamentos das suas próprias fábricas. Tudo seria diferente se a Apple tivesse uma linha de montagem única, e ela tem poder financeiro para o fazer. Se formasse uma linha de montagem gigante e concentrada num único local o controle seria mais fácil. Contudo isto resultaria num aumento considerável dos produtos finais, e isso é algo que ninguém deseja para produtos que já por si são caros.


Certo é que se Tim Cook quer recuperar a magia de outros eventos tem de trabalhar melhor as fugas de informação. E se algumas são até vazadas pela própria Apple para testar a nossa receptividade, a maioria este ano foram de fábricas onde vimos tudo o que havia para ver do iPhone, iPod Touch e iPod Nano. Se a Apple não inova no design, é bom que Cook invista em grandes melhorias no hardware que não sejam perceptíveis quando se analisam as peças que são vazadas, como aconteceu com o ecrã retina.


(Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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terça-feira, 26 de junho de 2012

Enquanto novo negócio da china prolifera, saiba os riscos de ter o iOS 6 beta instalado

A apresentação de um novo iOS desperta sempre a atenção dos milhões de utilizadores, tal como de vários milhares de curiosos ou amantes da tecnologia.  O reverso da medalha é que a apresentação de um novo iOS, vem sempre meses antes do seu lançamento oficial ao público. A Apple até lá, e muito bem, disponibiliza versões beta onde vai corrigindo os erros que os developers vão encontrando. Mas há utilizadores normais que não resistem em espreitar por eles próprios o novo iOS, sem saber os riscos que isso trás.


A Wired chamou a atenção para um novo negócio da china. Mas antes vamos deixar claro uma coisa: A única maneira de experimentarem o iOS 6 agora, e legalmente, é juntarem-se ao programas de developers do iOS, que tem uma anuidade de 99 dólares. Para os developers é pouco, visto o retorno que têm depois nas aplicações na App Store, sendo que também as podem ir adaptando ao novo iOS meses antes de ele estar disponível ao público. Mas para o simples utilizador, que quer apenas experimentar o novo iOS antes dele chegar oficialmente, 99 dólares é muito.



É aqui que entra o novo negócio da china. Há developers que vendem por 10 dólares ativações UDID a utilizadores normais, para que estes possam ter o iOS 6 antes do lançamento oficial. Cada conta do programa de developers para iOS pode ter até 100 UDIDs registados (UDID - Unique Device Identifier - é o número de identificação único do vosso iDevice).  Ora vendendo cada registo a 10 dólares, o lucro chega aos 1000 dólares. Depois de gastos os 100 registos esse developer abre outra conta no programa da Apple, mas com outro mail e volta a vender as 100 vagas.


Escusado será dizer que a Apple proíbe que o developer partilhe software beta fora da sua própria equipa. A Wired conversou com um destes developers que diz ter 30 (!) contas no programa da Apple, todas com as 100 vagas vendidas. Pior, é que parece que a Apple também não faz uma fiscalização séria, já que esse developer tem o mesmo nome e morada em todas essas 30 contas e a Apple nunca lhe disse nada.


Se para o leitor parece valer a pena correr os riscos saiba que uma vez que a Apple descubra, escusado será dizer que terão muitos problemas. Para começar a Apple cobra uma multa ao developer, depois é banido e o iDevice deixa de poder receber atualizações. Saiba ainda que a Apple pelo UDID do iDevice sabe a que conta da App Store ele está associado e a que país pertence. Se a conta do developer for dos EUA e a Apple vir que há 100 dispositivos dessa conta registados por vários países, certamente vai achar isso estranho.


Além disso percebam que esse iOS a que têm acesso é um beta, com várias falhas, que pode danificar o vosso dispositivo. A Apple pode a qualquer momento bloquear o acesso ao vosso iDevice enquanto ele tiver o iOS beta instalado. Temos o mau hábito de pensar que isso só vai acontecer aos outros, até ao dia. O iOS 6 há de chegar a todos, quase sem erros e com toda a segurança oferecida pela Apple.


Há ainda outros métodos de terem o iOS 6 beta no vosso iDevice, nomeadamente um procedimento onde não é preciso terem conta de developer. Bem, se já terem o vosso UDID associado a um developer que não são vocês, nem fazem parte da equipa desse developer já é ilegal, imaginam então o que é ter o iOS 6 beta instalado sem terem uma conta de developer.


Lembrem-se que ao pagarem 10 dólares a um developer para terem acesso aos betas do iOS e se a Apple descobrir, esse developer é o primeiro a saltar do barco. Vale a pena o risco?


(Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

[Opinião] Para onde caminha a Apple com a fragmentação do iOS?

Ontem publicamos a lista de iDevices que vão ser compatíveis com as novas funcionalidades do iOS 6. Coisas como o Flyover e indicações curva-a-curva só vão estar disponíveis no iPhone 4S e iPad 2 ou superior. Mais, o FaceTime por 3G só vai estar disponível para os utilizadores do iPhone 4S e novo iPad. A Apple, e mais propriamente Tim Cook, pode estar aqui a comprar a primeira guerra com os milhões de utilizadores do iOS, que veem os seus iDevices serem atualizados, mas sem receber maior parte das vantagens.



Na abertura do WWDC Tim Cook dizia-se muito orgulhoso de que o iOS 5 estaria instalado em mais de 60% dos iDevices, enquanto a última versão do Android não chegava aos 20% de todos os dispositivos com Android. A verdade é que com o iOS 6, e apesar de os iDevices estarem com o mais recente sistema operativo móvel da Apple, não vão ter grande parte das suas funcionalidades. E assim, qual a vantagem?


O iPhone 3Gs, iPhone 4 e iPad 2 são ainda vendidos, e bem vendidos, tanto na Apple online, como nas lojas a retalho. E se a Apple retira a estes dispositivos grande parte das funcionalidades do iOS 6, porquê suportá-los? Não estará a Apple a caminhar para a fragmentação do iOS? Pode mesmo chegar o dia, a continuar assim, em que as próprias aplicações nativas do iOS sejam compatíveis apenas com os modelos mais recentes de iDevices, e aí estes problemas vão-se arrastar (mais ainda!)  aos developers da App Store.


Tim Cook corre o risco de confundir os utilizadores do iOS da mesma maneira que o Android confunde os seus. Ou seja, o hardware está à venda mas quando chegamos a casa verificamos que muitas das coisas não são compatíveis. Mas vamos analisar o porque é que algumas funcionalidades não chegam a todos os iDevices.


Faz sentido que as indicações curva-a-curva do iOS 6 não cheguem ao iPhone 3Gs. É preciso muito poder de processamento, coisa que o 3Gs infelizmente já não tem. Mas o facto de não estar disponível para o iPhone 4 é muito intrigante, porque não é por falta de capacidade de certeza. Já foi mau quando o iPhone 4 não recebeu o Siri e muito menos a opção do Ditado, uma coisa que todos os dispositivos com Android têm. Negar então a chegada do curva-a-curva ao iPhone 4 significa uma coisa só: que é forçar o utilizador a adquirir um novo iDevice. Muitos podem argumentar que o iPhone 4 é um dispositivo já com 2 anos. E então? Continua a ser válido, e tem capacidade de processamento para todas essas tarefas. Aliás em Outubro de 2011 saiu um iPhone 4 novo, o de 8GB. Vão haver utilizadores com um iPhone 4 de 8 meses que vão-se ver sem várias novidades do iOS 6.


Mais, outras aplicações com indicações curva-a-curva como a TomTom têm algumas animações em 3D e estão na App Store desde o iPhone 3G. Portanto o iPhone 4 tem mais do que capacidade para os mapas do iOS 6, e provavelmente o jailbreak vai provar isso mesmo. Já para não falar de o FaceTime via 3G ir só para o iPhone 4S e novo iPad. O Skype funciona com qualquer iPhone desde o 3G. Qual é o sentido de a Apple impedir que o FaceTime por 3G chegue ao iPhone 3GS e 4, tal como ao iPad 1 e 2? O sentido só pode ser um também: obrigar o utilizador a comprar um novo iPhone ou iPad, porque de certeza que não é por falta de capacidades que os outros iDevices não ganham esta funcionalidade.


A solução passa por: ou a Apple deixar de suportar os iPhones mais antigos, o que acho que seria pior, já que estaria a abandonar iPhones de 2 em 2 anos; Passar a oferecer todas as funcionalidades aos iDevices que ainda se encontram no mercado, e no caso de não colocar as funcionalidades em todos, justificar porque o faz; ou simplesmente descontinuar os dispositivos mais antigos como o iPhone 3Gs e iPad 1.


Esperemos que o bom senso impere. E que na lista absurda dada pela Apple sejam feitas algumas alterações, embora como dissemos ontem, seja altamente improvável.


(Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Os nossos desejos para o iOS 6. Quais são os vossos?

A data do WWDC aproxima-se e com ela é esperada a apresentação do iOS 6 e quem sabe uma espreitadela sobre algum iDevice ou mesmo mais notícias do OS X Moutain Lion. O histórico de melhorias no iOS é gigantesco, mas todos os anos os utilizadores vão ficando mais e mais exigentes. Hoje deixamos aqui os nossos desejos para o iOS 6.



O Siri para todos - Bem sabemos que é ainda uma ferramenta Beta, mas também sabemos que a Apple trabalha diariamente para a tornar compatível com mais línguas, tendo sido a última delas o japonês. Na altura muitos ficaram desapontados por o Siri ser um exclusivo do iPhone 4S, mas a Apple tinha de dar ao novo iPhone algo que o vendesse. A desilusão agravou-se quando o novo iPad foi apresentado e sem o Siri, em vez disso foi embutido o Ditado. Não é por falta de capacidade que o iPhone 4, e muito menos o novo iPad, que a Apple ainda não tenha levado o Siri para esses dispositivos, porque já foi mostrado que é possível sem que o desempenho desses dispositivos seja posto em causa. Ainda assim, o Siri para todos não deve passar de um sonho, já que a Apple raramente volta com a palavra atrás.



Um GPS de verdade - É verdade que o iOS já vem com a aplicação Mapas da Google, e que a partir dela podemos ter direções. Mas todos sabemos que além de gastar uma brutidade no plano de dados, as direções estão longe de ser bem perceptíveis enquanto conduzimos. A grande parte dos outros sistemas operativos móveis ou mesmo os fabricantes dos smartphones já oferece uma boa aplicação de GPS, está na hora da Apple oferecer o mesmo. A Apple já fez compras na área do mapeamento, como uma empresa sueca de mapas 3D, por isso um GPS de verdade para o iOS deve estar mesmo nos planos da maçã. É certo que a AppStore tem vários GPS’s, pois tem, mas a que preço? Recentemente apareceu o TMN Drive, gratuito e com mapas da NDrive. Mas o GPS da Apple seria mundial e certamente com várias funcionalidades partilháveis entre os utilizadores do iOS. Esperemos que seja no iOS 6 que chegue um GPS a sério e com voz.



Integração com o Facebook - Ainda antes do iOS 5 chegou-se a pensar que o Facebook estaria integrado no novo iOS, mas a escolha recaiu sobre o Twitter. Não é, por isso, tarde demais para que o Facebook seja embutido no iOS adicionando a habilidade de transferirmos fotos, link, vídeos, etc. Ainda assim as relações entre Facebook e Apple nunca foram muito boas, aliás na apresentação do Mountain Lion, o Facebook não aparece em quaisquer dos vídeos, ao contrário do Twitter. Vamos esperar para ver.



O iCloud ao próximo nível - Sem dúvida um grande trunfo da Apple e uma excelente ferramenta. E dado que a Apple já tem o seu novo centro de dados de pé, está na hora de dar o próximo passo com o iCloud e tornar os seus utilizadores ainda mais felizes. O iCloud já permite editar e sincronizar entre vários dispositivos, Lembretes, Contactos, descarregar uma aplicação, ouvir música (iTunes Match) e mais. O próprio Mountain Lion vai permitir estas mesmas edições e sincronizações. Falta somente à Apple que nos deixe editar ou gerir os nossos documentos. Ou seja, editarmos um documento no trabalho, mas que possa depois ser aberto no iDevice via iCloud e que as modificações que fizermos no iDevice sejam depois sincronizadas para todos os outros dispositivos com a nossa conta no iCloud.


E vocês? Algo em especial que queiram ver no iOS 6?

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

[Opinião] O que falta do iOS no Mountain Lion

A chegada do OS X Mountain Lion está para breve. Apesar do OS X Lion ser um excelente Sistema Operativo, como o Snow Leopard foi, a verdade é que com o Mountain Lion a Apple escolhe, finalmente, convergir OS X e iOS. Com o Mountain Lion são várias as características do iOS, como o Centro de Notificações e Game Center, que vão passar a estar em ambas as plataformas. Mas do OS X Mountain Lion já aqui falamos e aguardamos agora ansiosamente pela sua chegada. Neste post ficam sim, as características do iOS que ainda não vão para o OS X, mas que eu gostava que chegassem o quanto antes.



O Siri - É verdade que ainda está em fase beta, tal como até agora foi feito só para dispositivos móveis. Ainda assim, é quase inquestionável que se sair uma iTV, o Siri será uma das suas características, de modo a comandar a televisão pela voz. Ora esta característica no Mac também poderia ser interessante. Como? Por exemplo, ao lermos um e-mail com a proposta de um encontro ou reunião, seria óptimo termos a opção de assim que o acabarmos de ler pudéssemos pedir ao Siri para nos lembrar desse encontro ou reunião em determinada data. Desta maneira era evitado abrirmos outra aplicação, como o Calendário ou Lembretes, para marcarmos essa reunião ou encontro. O mesmo se aplica por exemplo às Notas. Esta era uma maneira de evitarmos sair da aplicação onde estamos para irmos fazer uma coisa rápida no Calendário ou Notas. Mas enquanto o Siri não ficar disponível para iPad, duvido que fique para o OS X.



O iBooks - Muitos reclamam esta como uma das maiores falhas no Mountain Lion. A Amazon nisso não perdoa, e tem a aplicação Kindle disponível para todas as plataformas móveis, Mac e PC. O iBooks devia estar no próximo sistema operativo para Mac. Se é verdade que nem todos gostam de ler no ecrã de um Mac, é também verdade que os e-books são cada vez mais lidos em todas as plataformas, inclusive no Mac. Ainda para mais quando a Apple disponibiliza o iBooks Author para Mac, não há razão para que o iBooks em si falhe. A Apple dá a ferramenta para criarmos os livros, mas depois faz-nos comprar um iDevice para o lermos? Ou faz-nos descarregar outra aplicação na internet para lermos esses livros no Mac? Penso que é uma questão de tempo até termos o iBooks no OS X, sendo que talvez venha mesmo no seu lançamento. Vamos esperar.



O Quiosque - Aqui aplica-se o mesmo que o iBooks. Certamente que muitos usam o seu Mac para consultar informações e vários sites e blogs. A compra de jornais electrónicos já é permitido via PDF por vários jornais, mesmo no mercado português. Ora o Quiosque devia, também ele, vir no OS X Mountain Lion, aumentando o número de utilizadores que usam essa ferramenta para comprar as principais publicações mundiais. Até porque o Quiosque deve ter um número muito reduzido de utilizadores no iPhone, já que o ecrã pequeno deve dificultar de alguma maneira a leitura de revistas e jornais. O iPad deve ser o iDevice que mais utilizadores traz ao Quiosque, que podia receber ainda mais se viesse para Mac.



O iCloud - Esta era a característica que eu mais esperava que viesse no próximo OS X, mas que afinal até à data nada foi apresentado. O iCloud permite fazer backup de dados, ficheiros, vídeos e fotos no nuvem, tal como permite restaurar o iDevice através dessa nuvem. Ora o mesmo conceito poderia muito bem ser aplicado ao OS X. Claro que os utilizadores de Mac precisariam de mais do que os 5GB oferecidos gratuitamente para iOS, porque convenhamos, esses GB num Mac não serviriam para nada. Mas para quem dá 1000€ por um Mac certamente merece mais GB’s de espaço na nuvem, e a Apple é empresa com capacidade para oferecer esse espaço na nuvem. É verdade que o Mac tem o Time Machine, mas num mundo que cada vez mais caminha para a nuvem, a ferramenta começa a tornar-se cada vez mais obsoleta, até porque precisamos de um disco externo para esses backups, ou de comprar o Time Capsule. O próprio Time Capsule deve ser a razão da Apple não introduzir ou não o iCloud no OS X, já que isto obrigaria a Apple a praticamente extinguir/descontinuar um produto seu.


E vocês? Vão atualizar para o Mountain Lion? Gostavam de ver outras características nesse SO?


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terça-feira, 13 de março de 2012

O que falta ao iPad?

O novo iPad já esgotou na Apple Store online, com o prazo de entregas a chegar agora às 3 semanas. Mais rápido, só se forem comprar diretamente a uma Apple Retail Store. Portanto, todo o furor em volta do novo iPad está garantido. Ainda assim, muitos foram os rumores que não se vieram a confirmar. Uns pouco ou nenhum sentido fazem, outros esperávamos que fossem concretizados por Tim Cook na apresentação no novo tablet da maçã.


Se por um lado os rumores de ecrã retina, LTE/4G e uma melhor câmara foram confirmados, outros houve que ficaram muito aquém do esperado. Ou ficam na gaveta para sempre, ou resta-nos 2013 para ver se a Apple introduz, finalmente, algumas destas alterações.


Comecemos pelo processador. O novo iPad recebeu o A5X, um upgrade simples do A5, que equipa o iPhone 4S. Contudo, os rumores desde o início que apontavam para um totalmente novo A6. Até agora todos os iPad tinham recebido processadores novos, e a não inclusão do A6 no novo iPad, faz com que o rumor/esperança que ele venha no iPhone 5 comece a perder força.



Do outro lado temos o Siri. Para mim a grande decepção na apresentação do novo iPad. Não faz sentido que um iDevice, melhor que o próprio iPhone 4S, não tenha recebido o assistente da Apple. Em vez disso a maçã passou logo para a sobremesa, entregando o ditado - uma ferramenta que permite ditarmos texto ao iPad, enquanto este o escreve. A não inclusão do Siri no novo iPad por parte da Apple é na minha opinião um autentico tiro no pé. O mais recente dos iPads não tem “falha” nenhuma para que seja posto de parte, até porque o próprio iPhone 4 consegue rodar o Siri sem qualquer tipo de lag.



Uma entrada para cartões SD. Se por um lado a Apple já produz um Kit de conexão de 29€ para que passemos fotos de câmaras para o iPad, não se percebe porque é que a Apple não introduz essa mesma entrada no iPad. Em vez disso obriga a aquisição de um acessório, nada barato, para que possamos conectar um cartão SD ao iPad.



Houve ainda a esperança de haver um iPad de 128GB. Para a maioria pode não fazer sentido, mas quem usa o iPad intensivamente, e se depende dele profissionalmente uma maior capacidade de armazenamento pode fazer sentido. Principalmente quem trabalha com edição de ficheiros e documentos. No entanto a Aple compensa com o iCloud. Na verdade um iPad de 128GB também não ia ficar ao alcance de muitas carteiras, e um pagamento anual à Apple por mais um gigas fica bem mais em conta.



Por fim, eu pessoalmente, tive ainda esperança de ver uma conexão thunderbolt no novo iPad. Mas parece que por enquanto só nos Macs. A verdade é que o tempo de sincronização via thunderbolt entre um Mac e um iPad seria reduzida drasticamente. Além de que uma bateria poderia ser completamente recarregada em 15-25 minutos.


E vocês, sentem a falta de alguma coisa no iPad?

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sexta-feira, 9 de março de 2012

[Opinião] Comprar um iPad 2 ou o novo iPad?

Enquanto que o novo iPad fica com os preços do iPad 2, este último desce 100 dólares/euros em toda a gama. Muitos ficam na dúvida se devem poupar mais um pouco e comprar o novo iPad, ou economizar (já para o próximo iPhone) e comprar agora um iPad 2. Se são jailbreakers, então a dúvida deve ficar mais ou menos desfeita, na medida em que o novo iPad não tem ainda ferramentas jailbreak, nem há previsões para quando, ou se, venha a ter. Por outro lado, o iPad 2, se mantido no iOS 5.0.1 tem jailbreak untethered. Mas vejamos os prós e contras do novo iPad e do iPad 2 para que vos possamos ajudar a fazer a vossa escolha.



O novo iPad traz um novo processador. Apesar de não ser o esperado A6, a verdade é que o A5X trás algum brilho ao novo tablet da Apple. Tanto o processador do iPad 2 como do novo são dual-core, mas os gráficos do novo são quad-core. E isto importa para o utilizador? Para a maioria acho que não, pois só os jogadores regulares e mais exigentes vão precisar do novo iPad. Se trabalha com edição de imagens, texto ou outros ficheiros o iPad 2 continua a fazer um trabalho tão bom quanto o mais recente.


Passemos ao ecrã. Bem, o novo iPad tem um ecrã retina, e para quem usa um iPhone 4 ou superior percebe o toque pormenorizado que o ecrã retina oferece. Eu por exemplo, olho para o meu iPhone 3G, e faz-me alguma espécie conseguir distinguir aqueles milhares de pixéis e quando olho para o iPhone 4, nada, limpo, parecem imagem de um filme. No que ao iPad diz respeito, o mais novo tem quatro vezes mais pixéis que o 2. De resto tudo igual, já que o tamanho da tela é o mesmo. Por tanto, quem já tem o iPad 2 e pensa em comprar o iPad 3, penso que o ecrã retina não é razão para fazer um upgrade. Quem vai comprar o seu primeiro iPad ou tem um iPad 1, então fiquem a saber que o ecrã do novo iPad é de longe o melhor ecrã do mercado.


Depois a câmara. Tanto o iPad 2 como o novo têm duas câmaras (frontal e traseira). Quanto à frontal, pouco ou nada mudou de uma versão para a outra. Mas se falarmos da câmara traseira a história pode ser outra. Enquanto o iPad 2 grava vídeos de 720p, o mais novo grava a 1080p, com uma câmara de 5MP, foco automático e detecção de rostos. De que serve isto para o utilizador final? Bem eu acho que muito pouco. Alguém realmente usa o iPad como câmara fotográfica como usa a do iPhone por exemplo? Se sim, muito pouca gente o faz. O iPad é capaz de ser mais utilizado para FaceTime ou Skype, e aí tanto as câmaras do iPad 2 como do novo são iguais. Por outro lado, se editam filme no iMovie usando o iPad, bem então devem considerar a compra do mais recente, já que permite editar vídeos de 1080p, sem ser preciso passá-los para o Mac.



Se for pelo peso nem mudam ou deixam de mudar. O novo iPad tem 9,4mm, enquanto o iPad 2 conta 8,8mm. Uma diferença de menos de um milímetro. Alguém se importa com isso? O novo iPad é também um pouco mais pesado, mas uma gramas mínimas. Peso e medidas devem estar fora da lista se querem decidir comprar um iPad 2 ou o novo. De referir ainda que o iPad 2 não tem suporte ao LTE/4G, ao contrário do novo. É verdade que esta tecnologia vai revolucionar a velocidade de transferência de dados na rede, tal como irá mudar os pacotes de dados das operadoras. Contudo, ainda não se sabe quando é que a realidade portuguesa estará adaptada a essa tecnologia. Lembrem-se que o 3G consegue atingir boas médias, e conseguem fazer qualquer trabalho no iPad 2 que dependa de conectividade 3G, por isso o LTE/4G apenas vem melhorar as condições desse trabalho.


Por fim a bateria. Bem, aqui, tal como nos pesos e medidas a situação é igual. O iPad 2 e o novo iPad conseguem 10 horas de navegação Wi-Fi, música ou vídeo e 9 horas de conectividade 3G (iPad 2) e 4G (novo iPad). Mas a bateria do novo iPad é de longe melhor que a do iPad 2. Se o novo tivesse a bateria do iPad 2, não íamos conseguir estar a navegar no Safari por mais de 3 horas e qualquer coisa. Para que o novo iPad conseguisse ter o mesmo tempo de vida da bateria do iPad 2, a Apple teve de arranjar uma que aguentasse as exigências do ecrã retina e do novo processador A5X. Isso fez com que a bateria do iPad mais recente tenha praticamente o dobro do tamanho.


Fazendo as contas. Se são jogadores exigentes e ávidos. Se editam filmes com regularidade no vosso iPad, então o iPad 3 deve ser a vossa escolha, mesmo que tenham um iPad 2. Se por outro lado, editam imagens, pequenos filmes, jogam por lazer e usam o iPad como ferramenta de escrita então o iPad 2 é uma melhor aposta, não havendo razão em especial para passarem de um iPad 2 para o novo. E se forem comprar o vosso primeiro, sempre são 100€ que são poupados.


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(Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Devo comprar um iPhone 4S?

Chegou o iPhone 4S e muitos perguntam-se se vale realmente apena avançar para a compra do novo smartphone da Apple. A decisão final é sempre de quem compra claro, mas há alguns aspectos que devem ter em conta. Este artigo é para ajudar os indecisos a tomarem uma decisão.





Para quem não tem um iPhone: Provavelmente já vos passou pela cabeça comprar um iPhone. Tiveram talvez para avançar para o iPhone 4 e não houve oportunidade. A verdade é que algum desapontamento em volta do iPhone 4S pode ter-vos deixado ainda mais confusos se é desta ou não. A minha opinião é não só podem comprar um iPhone 4S como devem. Tudo bem que o salto do iPhone 4 para o 4S não é gigante, mas este é o momento ideal para se ambientarem ao iOS. Vão apanhar o Siri e o iOS totalmente redesenhado. Se vão estar à espera que seja lançado um iPhone melhor, então vão ficar sempre à espera, porque o próximo iPhone vai ser sempre melhor.

Para quem tem um iPhone 3G ou 3GS: O salto para o iPhone 4S vai ser enorme, tal como o impacto, principalmente na velocidade no processador. Sendo já utilizadores do iPhone já perceberam todo o potencial deste em jogos, aplicações, reprodução multimédia, fotos, e vídeo. Agora basta imaginar um iPhone com muito melhor qualidade de imagem, melhores gráficos e muito, mas muito mais veloz onde não vai haver restrições nas aplicações que podem ou não descarregar da AppStore. Isto graças à excelente câmara, retina display e processador A5 que equipam o iPhone 4S.

Para quem tem um iPhone 4: Bem aqui é que começam os problemas. Basicamente o que diferencia o iPhone 4 do 4S é a câmara e o Siri. O processador A5, apesar de ser duas vezes mais rápido e de processar os gráficos até sete vezes mais rápido, penso que não faz grande mossa no iPhone 4. Além disso o 4 tem capacidade para o Siri, sendo pura estratégia da Apple para convencer-nos a comprar o iPhone 4S, quando torna este serviço um exclusivo do 4S. Tenho também as minhas dúvidas se vão haver jogos no 4S que comecem a engasgar no iPhone 4. Por isso, na minha opinião - Não, o salto do iPhone 4 para o 4S não é grande. Além de que o Siri poderá vir para o iPhone 4 através do jailbreak, tal como o multitasking e Game Center foram para o 3G. É só uma questão de tempo para perceber a maneira como o Siri está implementado no iPhone 4S, esperemos que não seja por hardware.

Espero que a minha opinião tenha ajudado.


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(Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

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